sábado, 21 de setembro de 2013

O ser humano vivência a si mesmo - Albert Einstein


"O ser humano vivência a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo - numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. 
E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. 
Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, 
mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior".
Albert Einstein

É bom acreditar! Lei do retorno...

É bom acreditar! Lei do retorno... 
Uma hora sempre virá, mesmo não sendo tão programada!!
Acreditar e fazer nossa parte, certo?


Pense nisso ...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Falta muita "empatia e bondade" para todos nós!!!


Por que algumas "pessoas" tem que achar malvados ou culpados ao invés de assumir seu papel falho como o meu e o seu?

Esquecer como um estalo tudo construído e todo apoio dividido. Em prol a um subterfúgio?
Não aceitar mudanças? Medo? Falta de opinião própria? 

Demonstrar orgulho, soberba e com sutilidade humilhar. 
Em um formato ilusório de ataque de poder. 

Falta muita "empatia e bondade" para todos nós!!! 
Que cada dia eu utilize menos desses atos e crie uma resiliência para tais atitudes banais....





terça-feira, 17 de setembro de 2013

Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito - Pablo Neruda


"Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo".

Pablo Neruda

Amor...

Amor...
Amor de amor
Amor de mãe
Amor de pai
Amor de filhos
Amor de irmãos
Amor de amigos
Amor de família
Amor platônico
Amor que dói
Amor que constrói
Amor que pensa ser amor
Amor conhecido
Amor desconhecido
Amor de bicho
Amor de arte
Amor de admiração
Amor de querer bem
Amor de não querer e querer
Amor de não saber
Amor próprio
Amor ao próximo
Amor brega de rimas baratas!!!

Mas com palavras não sei dizer e não há o que entender!

Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você
E não ha nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você

Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Não é maior que o meu amor, nem mais bonito

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você

Nunca se esqueça nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você

Nunca se esqueça nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você

Mas como é grande o meu amor por você...


Patricia Ulmann

Ando meio desligado (a) - 'Os Mutantes'


Ando meio desligado
Eu nem sinto meus pés no chão
Olho e não vejo nada
Eu só penso se você me quer

Eu nem vejo a hora de lhe dizer
Aquilo tudo que eu decorei
E depois o beijo que eu já sonhei
Você vai sentir, mas...
Por favor, não leve a mal
Eu só quero que você me queira
Não leve a mal

'Os Mutantes'

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

E você não irá sorrir? Singela homenagem Anne Frank.


E você não irá sorrir?

"Criticam tudo, e quero dizer mesmo tudo, sobre mim: o meu comportamento, a minha personalidade, as minhas maneiras; cada centímetro de mim, da cabeça aos pés, dos pés à cabeça, é objecto de mexericos e debates. São-me constantemente lançadas palavras duras e gritos, embora eu não esteja habituada a isso. Segundo as autoridades definidas, eu devia sorrir e aguentar".
Anne Frank.

***Annelies Marie Frank, mais conhecida como Anne Frank, foi uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto, que morreu aos quinze anos de idade em um campo de concentração. Ela se tornou mundialmente famosa com a publicação póstuma de seu Diário, no qual escrevia as experiências do período em que sua família se escondeu da perseguição aos judeus dos Países Baixos. O conjunto de relatos, que recebeu o nome de Diário de Anne Frank, foi publicado pela primeira vez em 1947 e é considerado um dos livros mais importantes do século XX. Durante o período no chamado "anexo secreto", Anne escrevia no diário suas intimidades e também o cotidiano das pessoas ao seu redor. E lá permaneceu por dois anos até que, em 1944, um delator desconhecido revelou o esconderijo às autoridades nazistas. O grupo foi, então, levado para campos de concentração. Anne Frank e sua irmã Margot foram transferidas para o campo de Bergen-Belsen, onde morreram de tifo em março de 1945.
Otto Frank, pai de Anne e único sobrevivente da família, retornou a Amsterdã depois da guerra e teve acesso ao diário da filha. Seus esforços levaram à publicação do material em 1947. O diário, que foi dado a Anne em seu aniversário de 13 anos, narra sua vida de 12 de junho de 1942 até 1 de agosto de 1944. É, atualmente, um dos livros mais traduzidos em todo o mundo. (WIKIPÉDIA)