segunda-feira, 30 de junho de 2014

Vamos voar?

Início de semana! 
"Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar de pé, caminhar, correr, escalar e dançar; ninguém consegue voar só aprendendo voo".
Friedrich Nietzsche




domingo, 8 de junho de 2014

Ver e enxergar acionam regiões diferentes do cérebro



O Ver é superficial e deixa poucos registros armazenados do que foi visualizado, logo, enxergar é composto por percepções onde o corpo fica atento e registra de imediato. Transcendem os cinco sentidos, há uma abertura para capturas implícitas ou subliminares.
Acendem uma inspiração ou sexto sentido.
Qual nossa opção?

Patricia Ulmann

sábado, 31 de maio de 2014

Enormidade do Quase...


Enormidade do Quase...
Já parastes para pensar a extensão da palavra quase?
Já parastes para indagar quantos quase os fez parar?
Já paraste para observar a força que o quase nos toma?
Já parastes para analisar qual quase devias acabar ou findar?

Quase é algo que está próximo de ser realizado, ou não? Há certos momentos em que está pequenina palavra torna-se de uma proporção tamanha. 
Sequencial do Quase: Aquele momento no qual iniciasse o episódio do quase inicia em uma das nossas linhas sustentáveis e imaginárias como trabalho, estudo, ciclo social, relacionamentos interpessoais, familiares e assim cada vez mais criasse um monologo intrapessoal com o quase. Uma fase longínqua e latente. Submersa por momentos de certezas e logo aparecem os quase...
Passamos várias etapas de quase na vida e com o acréscimo de primaveras cada tomada embasada por uma longa enquete sobre os quase do momento tem um peso bem maior e cada vez mais existe uma fobia ou alegria por esta fase. Dizem que das crises saem ótimos resultados. Será nossos infinitos quase são pontos de alerta?
Será que as pessoas altamente decididas passam por este episódio só que está extensão é mínimo? Será que não usamos este artifício como um escudo ou um desfecho bélico para nossas decisões TNT.
O que significa um quase para você? Em fim o quase sempre será, ou não?
Abraços Calorosos ou quase?!
Patricia Ulmann

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Nossas mentiras ou verdades inventadas servem para que?


Um casal mudou-se para um novo bairro. Na manhã do dia seguinte, enquanto tomavam café da manhã, a mulher olhou pela janela e viu sua vizinha estendendo roupas. Imediatamente ela comentou com o marido:
 “As roupas não estão limpas, nossos vizinhos não sabem lavar roupa, quem sabe eles precisem de um sabão melhor!”.

Durante um mês eles comentaram sobre as roupas sujas dos vizinhos. 
Até que um dia a mulher olhou pela janela e viu a vizinha estendendo roupas impecavelmente limpas.
Então ela disse ao marido: “Nossos vizinhos finalmente aprenderam a lavar roupa, veja como estão limpas! Quem será que os ensinou?”.
Então o marido lhe disse: “Minha querida, na verdade fui eu que acordei mais cedo hoje e limpei a nossa janela!!!”.
Assim é a vida: aquilo que vemos quando olhamos os outros depende de quão limpas estejam as janelas através das quais olhamos. 
Antes de criticar e buscar algo no outro para julgar, quem sabe não seja melhor perguntar se não estamos prontos para um novo olhar.
PENSAMENTOSUBLIMINAR

domingo, 18 de maio de 2014

Uns admitem... Uns omitem... Uns permitem... Homenagem a Querida e doce amiga Fatima Alo

Uns admitem... Uns omitem... Uns permitem...


Uns trabalham, enfrentam e superam... 
Por tempo determinado? Ou até iniciar um,novo ciclo, novos debates e conceitos. 
Todos sentem!?
Ciclos da vida! Processos de aprendizado e conhecimento.
Qual sua escolha?



Sem remédio 
Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou...
Não sabem que passou, um dia, a Dor
À minha porta e, nesse dia, entrou.

E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!

Sinto os passos de Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!

E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!
Florbela Espanca

**Florbela Espanca, batizada como Flor Bela de Alma da Conceição Espanca, foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas trinta e seis anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo. 

Autora polifacetada: escreveu poesia, contos, um diário e epístolas; traduziu vários romances e colaborou ao longo da sua vida em revistas e jornais de diversa índole, Florbela Espanca antes de tudo é poetisa. É à sua poesia, quase sempre em forma de soneto, que ela deve a fama e o reconhecimento. 

A temática abordada é principalmente amorosa. O que preocupa mais a autora é o amor e os ingredientes que romanticamente lhe são inerentes: solidão, tristeza, saudade, sedução, desejo e morte. A obra da Florbela "precede de longe e estimula um mais recente movimento de emancipação literária da mulher, exprimindo nos seus acentos mais patéticos a imensa frustração feminina das (…) opressivas tradições patriarcais. 

"Como dizem vários estudiosos da sua pessoa e obra, Florbela surge desligada de preocupações de conteúdo humanista ou social. Inserida no seu mundo pequeno burguês, como evidencia nos vários retratos que de si faz ao longo dos seus escritos. Não manifesta interesse pela política ou pelos problemas sociais. Diz-se conservadora. (…) O seu egocentrismo, que não retira beleza à sua poesia, é por demais evidente para não ser referenciado praticamente por todos. Sedenta de glória, diz Henrique Lopes de Mendonça, transcrito por Carlos Sombrio. FONTE:WIKIPÈDIA




Homenagem a Querida e doce amiga +Fatima Alo 
Sempre inspirando vários post

PENSAMENTO SUBLIMINAR

Tão simples de ouvir.. Tão fácil de entender... Qual a aplicabilidade dia a dia?