quinta-feira, 6 de junho de 2013

Eu preciso explicar?! Como faz?!


Como posicionar entre tantas opções aquela certeira e ínfima “definição” que tanto deseja jorrar e explicar como faz?

Quem sabe usar enredo sequenciando com inúmeros pensamentos e expressões desordenados que acoplados surtiram como um singelo e onipotente resquício de luz entre o mediano de todos os astros?

Utilizar dos maravilhosos formatos artísticos, como salvadores, que possibilitam representar todos os sentimentos, tudo. Pensar, moldar e conceber e na hora exata será regurgitado a mais pura essência engasgado no âmago.Ousar e demonstrar em uma requintada síntese advinda de um sussurro profundo da alma encorajado por um arrepio sucinto de serenidade. Implícita e explícita entre amor e ódio que com poucas pontuações, benfeitas, acalma e representa o fato “sem nome determinado”, mas que pulsa e impulsiona. Horas mais rápidas e nítidas outras mais leves e opacas.

Cultura do tempo exige que nossa adaptação instintiva social, mesmo incrustada por suposições, dúvidas e crenças, seja palpável nas soluções e respostas exatas quase como uma forma matemática. As quais devem direcionar nossa trajetória de vida. O hilário é que só contamos com incertezas e estratégias para tal saga. Vasto, não?

Cria-se a insustentável busca em plenitude ou felicidade, e a qual deverá ser embasada em explicar o inexplicável. Extremamente utópico, não? Tal exigência.
Nesse caso usam-se infinitas inspirações, situações, formas, cheiros e nuances... Na esperança de que como mágica, ou um belo conto com final feliz, em um instante de nirvana “PUF” tudo simplificará isso e aquilo... E conseguirei explicar. Doce ilusão!?

Para um pouquinho, descansa um pouquinho e começa tudo outra vez. Pois, assim é nossa máquina pensante também chamada de cérebro movida por sonhos, instintos e desafios. Será que no fundo o que não queremos mesmo é as tais respostas e sim as tenebrosas duvidas?

E após vasta delonga aqui citada independente do fato ou acaso. Resumo que independente do fato ou acaso defino que... TÁ TUDO COISADO !!!

Patricia Ulmann
06/06/2013 – 22:11