sábado, 23 de fevereiro de 2013

Analogia: Aumento das variações climáticas X Repostas psicológicas de polaridade.



Essa variação climática antigamente caracterizava algumas localidades. Como em Curitiba. Clássico comentar com os forasteiros “aqui você vive às quatro estações em um dia só”. E era real. Geralmente na ordem Inverno, outono, primavera e verão. Hoje ainda esse conceito é intensificado e variações percorrem mais de uma vez entre dia e noite. Hoje Curitiba já é bem mais quente. Como todo planeta. Essa “Frase clássica” perdeu seu poder de diferencial de localidade. Visto que é uma reação em massa de várias localidades.
Característica individual de cada estação é minimizada e percebida em ciclos menores do que apresenta o calendário. Consequência de diversas variáveis. Sem entrar no mérito motivador dessa instabilidade natural de forma leiga e superficial o aumento dessas multiplicações climáticas é efeito do descaso por uso indevido dos limites sustentáveis e suportáveis com nossa natureza assim como nossa polaridade e suas respostas aos atos.
Ação desbravadora conduz o avanço e com isso altera o eixo de singularidade. Esse efeito gera uma falência e mutação das partes. As defesas naturais desprotegidas e agredidas reinventam reações adaptativas. Natureza e humanidade sugam e lutam em prol de sua defesa. Criando armas de defesas como multiplicar as fases das estações e reações de polaridade.
“Hoje a psicologia traduz a polaridade com o principal objetivo de equilibrar as energias mais sutis do organismo para que possam fluir livremente sem obstruções e bloqueios, gerando equilíbrio e saúde. O equilíbrio das energias se dá através do equilíbrio entre as forças energéticas positiva, negativa e neutra que permeiam o Ser. Uma corrente contínua. Sendo exposta a cargas opostas, sendo uma negativa e outra positiva. *1
Criando uma analogia entre as citações houve uma ruptura. Natureza e sociedade ampliaram sua forma de interagir formando cada vez mais instabilidade. Formando uma miscigenação ampliada nas estações do ano e quantidade de variedades de polaridades. A conciliação é imperceptível. Sem preparação ou aprendizado de como agir, ultrapassar e adaptar as imposições. Uma corrente contínua. Como um instinto.
Frear ou impedir essa evolução insana de variações é inevitável. A cumplicidade e aceitação dessa vinculação dos eixos podem simplesmente possibilitar um futuro equilibrado.
Sustentabilidade na natureza e na humanidade. Equilíbrio nessa nova condição. Sanar essa necessidade de forma instintiva e defensiva é vista como normal. Ou seja, as belezas de cada estação como as polaridades positivas, negativas e neutras que compõem nossa serenidade humana. Estão fora do eixo tornando-se mais do que conhecemos. Exigindo cada vez uma maior adaptação consciente, inconsciente ou subliminar sobre os fatos. Gerando incondicionalmente discernimento, conduta e posicionamento ao novo.
Encaixar o eixo. Aceitar o habitar com simplicidade e reconhecimento. Esse pode ser o ponto-chave. Simplesmente buscar manter sustentabilidade ao perceber a evolução. Buscar alternativas pensadas, centradas e planejadas. Pensando no todo com doação, abnegação e empatia. Com isso nossa espécie superará física e mentalmente os abscessos evolutivos. Ou não?

(Uma lembrança que pode exemplificar melhor o fato descrito no colegial quando chegava o tão esperado “verão”. Nos comerciais televisivos assistiam se as propagandas das famosas “Sandálias”. Sim! Era um sonho de consumo. Praia, sol e muita diversão. Porém, só as poderia usar em Curitiba com meia. Devido à baixa temperatura. Mas usadas com muito charme)

19.02.2013 – 00:21
Patricia Ulmann
https://www.facebook.com/patricia.ulmann
Referência *1 (Psicol. cienc. prof. vol.32 no.3 Brasília 2012)