quarta-feira, 6 de março de 2013

NÃO... Como trabalhar o "NÃO" que se recebe?


Uma partícula negativa. Entre tantas interpretações a reflexão é no sentido representativo como “trava e rejeição” entre outras.
Crescemos com a presença do “NÃO” diariamente, obviamente necessária. A questão é o formato que é apresentado à imposição do “NÃO” por toda nossa história.
Há situações que podemos usar palavras mais delicadas para limitar ou explicar um ponto, mas o primeiro reflexo é o uso do “NÃO”.
O efeito cultural que precisa ser modernizado meio a tantos avanços. Cria-se uma atmosfera negativa, certas vezes desnecessária, onde somos os principais receptores da distorção. Na qual a primeira reação (assumindo ou não) é um baque onde revertemos imediatamente à nossa autoestima, qualidades, responsabilidades e infinitas cobranças.
Em muitas vezes a ação física é tão severa que a primeira reação é fugir e deixar de enfrentar o “NÃO”. Inconscientemente.

Deve-se perseguir o fundamento do não recebido, pois em muitas situações apresentam outra versão daquilo que nossa reação supõe ser, bem mais simples.
O não vai além de seu maior objetivo que é negar. Ele deve ser um fator motivador de crescimento e aprendizado, injetado como uma crítica positiva. Discordar é saudável e necessário. Controlar o poder que o NÃO tem sobre ações individuais e conjuntas unido a muito trabalho  leva à conquista de sim.
Veja de forma positiva o NÃO. Receba-o, agradeça, aceite e transforme.
Repense a utilização da palavra NÃO. Altere por um formato mais sensível em descrever essa mesma proposta. É difícil transformar algo cultural, porém certamente vale à pena tentar e deixar seu consciente e subconsciente ter uma nova e proveitosa percepção do NÃO. Tantas vezes mal visto!
Patricia Umann
05.03.2013 – 14:18