quarta-feira, 26 de junho de 2013

Domínio da influência e força – Poder!


Ato de organizar, centralizar, cobrar, exigir, condensar, fiscalizar, administrar e implantar ramificações entre todos. Servir em prol aos fatos. Elaborar estratégias, como espaços inertes e eficientes, em que o retorno seja consequência do direto há quem cabe receber. Defender cada espaço no meio do todo. Com garra, honra e lealdade. Objetivar o bem comum construído com empatia e cuidado. Perceber as diferenças e condições do entorno, é vital para aumentar bem próprio e coletivo.

Ponderar, analisar, posicionar criar respaldo embasado em dados, prevenir. Conceber possibilidades e delimitar barreiras que protejam e defendam. Elaborar condutas aonde o respeito, direito e deveres sejam preservados de forma linear.

 A voz dessa resolução deve ser composta e avaliada pela resposta e necessidades do meio comum emergido pela maioria e estruturadas para tal fim. Designar caminhos condensados por meios alternativos, sustentáveis e claros que impeçam lacunas de impróprios e abusos por uma minoria ou cúpula composta por prepotentes que acreditam obter o dom do olhar das necessidades adversas a sua realidade. Dessa forma estabelece possibilidades de manipular as oportunidades vinculadas a ações atípicas advindas, geralmente, de desprovidos de conhecimento ou interesse em seus direitos ou até mesmo noção de discernimento.
 
Os quais sem opção ou instruídos a não obterem interesse são excluídos de tais decisões e colocam suas preciosas vidas em mãos que não os representam com competência para perceber tal existência humana diferente. Proporcionar a luta e discussão por alternativas como um compasso sincronizado entre o encontro e o reverso, das aptidões arcaicas e das emergentes mudanças positivas advindas de novas fontes. Fontes com bases vitais para um crescimento saudável e que objetiva transformarem ouvindo o novo. 

Engrenagem!  Um processo obstinado em fiscalizar todos os elementos como suporte do todo. Coerente em avaliar situações específicas e movimentar ações para evitar o caos e abusos. Orientando previamente ações benéfica e não somente ações emergenciais. Quando há o caos instalado por descaso, desrespeito e má índole.

Vigorar, proteger e compactar uma nova capacidade de visionar e julgar, reformular estratégias de ajuste. Caso contrário não haverá educação evolução e crescimento somente desvio de foco, força, verba bem como sustentabilidade do processo. Quem dirá de todos! 
Mobilizar um formato receptivo das várias vozes é à saída e base necessária para construir. 

Soluções ponderadas e embasadas no potencial e capacidade de caminhar individualmente proporcionando como efeito condicionado o aumento de estrutura social. Regulamentar um funcionamento produtivo, sem privilégios e benefícios privados que fortalecem aos copulados. 

Parir um formato correto e sequencial sendo resultado de muito trabalho honesto, desapego pessoal e inclusão da voz maioral. Indexando e compartilhando o benefício alcançado e proposto. Reavaliar, periodicamente, as situações atuais e perceber emergencialmente esta velocidade frenética. Criar ferramentas para agir de acordo com tal realidade é dado. 

Concluindo essa analogia sobre visão dos TRÊS PODERES, tanto visto de forma  interna como os quais devem reger nossa sociedade. Proponho tal análise.  Inconscientemente trabalhamos para que tão esperada sinergia seja distribuída em nossas ações. Compondo nossa vida. De forma legal, ética e moral. Respeito, embasado na dedicação ao bem maior. Considerando basicamente abstinência de ganho individual e produção do ganho coletivo. Fazemos o possível e impossível pelos nossos, correto? 

É preciso a incorporação de valores embasados em lealdade e altruísmo. Um sistema que impulsione lutar por essa conexão entre nós e o mundo externo ou “aos desconhecidos”. Isso não deve ser interpretado como uma forma de caridade e sim como um passo transformador e humanista aonde existirá a concepção real do nome sociedade. É incondicionalmente simples. A questão é saber se estamos preparados para doar, aceitar, cumprir e honrar. Como achar malvados ou bonzinhos quando não conseguimos perceber isso em nossas ações. A tal revolução e percebida nos dias atuais surtirão das massas, porém não somente em formato protestante e emergencial e sim de postura conduta honesta e humanista. E então?

Por favor, deixe seu comentário ou crítica.

Um forte abraço, 

Patricia Ulmann
25/06/2013 22:26